terça-feira, abril 04, 2006

RolÁbola




Resultados:

Lille 1-1 Auxerre
Paris SG 3-1 Bordéus
Bolton 1-2 Manchester United
Newcastle 3-1 Tottenham
Lecce 1-0 Milão
Fiorentina 1-1 Roma
Zaragoça 0-1 Villarreal
Barcelona 1-1 Real Madrid
Bétis 2-1 Sevilha
Schalke 04 1-2 Hamburgo
Belenenses 1-2 Benfica
Guimarães 0-1 Sporting

OlhóGolo:

FC Porto 3-0 Gil Vicente

*Figura da Semana: Rui Borges (Estrela Amadora)

Vencedor da Jornada: Neves "29 pontos"

CLASSIFICAÇÃO:

1º André Braz 450 PONTOS
2º Neves 425
3º Rocha 411
4º Sandro 399
5º Taberneiro 395
6º João Faustino 394
7º Eduardo Marques 384
8º Verdasca 359
9º Gonçalo Raimundo 350
10º Granada 342
11º Valter Serras 339
12º Doc 337
13º Pedro Faria 333
14º Cátia 321
15º Tanque Silva 290
16º Cláudio 283
17º Duarte 274
18º Pedro Violante 231
19º Diogo Guerra 221
20º Brogueira 219
21º Gustavo Guerra 216
22º João Araujo 215
23º Rui Faria 207
24º João Carlos 204
25º Stellus2 201
26º Schu 201
27º Nuno Bento 199
28º Amândio Santo 189

PRÓXIMA JORNADA:



Lens - PSG
Man Utd - Arsenal
Juventus - Fiorentina
Ascoli - Inter
Celta Vigo - Valência
Espanhol - Atlético Madrid
Villarreal - Deportivo Corunha
Racing - Barcelona
Werder Bremen - Bayern Munique
Duisburgo - Schalke 04
U. Leiria - Guimarães
Sporting - FC Porto
Setúbal - Braga

OlhóGolo:

Benfica - Maritimo

*Figura da Semana:

domingo, abril 02, 2006

Superliga: Benfica vence Belenenses




BELENENSES 1 BENFICA 2

Benfica "+ rato" supera azuis do Restelo!



O Benfica venceu ontem no restelo e deu mais um passo importante na manutenção de pelo menos o terceiro lugar. Efectivamente, se é verdade que é muito difícil os encarnados chegarem a uma posição mais acima, creio que, com esta vitória, dificilmente a equipa de Koeman perderá o lugar que lhe dá acesso a uma pré-eliminatória da Liga dos Campeões.
Foi uma partida com duas partes bem distintas. No primeiro tempo, o Benfica foi sempre a melhor equipa em campo, isto apesar de só ter acordado depois do Belenenses ter aberto o activo. Na primeira vez que os azuis chegaram perto da baliza de Moretto, sem nada ter feito para o merecer, marcaram. Zé Pedro, num remate forte e colocado de fora da área, bateu o brasileiro Moretto que, na minha opinião e face à altura que tem, poderia efectivamente ter feito algo mais.
A partir do golo azul, o Benfica assumiu o jogo, foi para a frente e começou a criar problemas à defensiva contrária. Ricardo Rocha, mais uma vez a jogar como lateral direito, foi o primeiro a criar perigo. Numa boa combinação com Simão, o defesa português entrou na área e rematou forte levando a bola a embater na barra. Estava dado o aviso encarnado.
Aos 22 minutos, e já depois de Manduca ter rendido Nuno Gomes por este se ter aleijado no joelho (vai estar parado no mínimo 3 semanas!), chegou, talvez, o momento do jogo. Beto aventurou-se num plano ofensivo, solicitou Miccoli (que foi titular!) e o italiano, com grande classe e com uma excelente simulação, tirou o central do caminho e colocou a bola perto do ângulo superior esquerdo de Marco Aurélio para um golo de levantar o estádio.
Estava feito a igualdade e que forma maravilhosa de dar ânimo a uma equipa através da maneira com que o esférico se aninhou nas redes contrárias.
Como se não bastasse, a superioridade encarnada ganhou ainda maior expressão aos 30 minutos através de um golo do grego Karagounis. O grego, fora da área, tentou a sua sorte e, com a colaboração da perna de Pelé, foi feliz e surpreendeu Marco Aurélio que, desta feita e a meu ver, não ficou lá muito bem na fotografia.
Ao intervalo, vitória justa do Benfica que só pecava por escassa tal a superioridade evidenciada neste primeiro tempo.
Na etapa complementar, assistiu-se a um jogo muito diferente daquele que se vira na primeira parte. O Belenenses, sem nada a perder, envolveu-se mais no ataque e automaticamente fez com que o Benfica se encolhesse no campo. Propositadamente ou não, a verdade é que, no segundo tempo, a equipa de Koeman foi muito mais expectante, enverdando por um sistema de contenção em que o esforço físico seria naturalmente menor.
Com alguma felicidade à mistura, com alguma ajuda da equipa da arbitragem (já lá vamos!), o que é certo é que o sistema de Koeman para esta segunda parte resultou e o Benfica, não só venceu como também conseguiu gerir algum esforço e, digamos assim, proteger os jogadores para posteriormente atacar o encontro de Barcelona com outra frescura e outra dinâmica.
Relativamente à arbitragem de Pedro Henriques, pessoa que consideramos um dos melhores árbitros de Portugal, teve uma noite menos conseguida em que, é bom dizer, prejudicou objectivamente a equipa da casa. O Belenenses reclamou duas grandes penalidades, uma por pertença falta de Petit sobre Zé Pedro e um outro lance em que Manduca terá dominado, dentro da área, a bola com o braço. Se em relação ao primeiro caso, ficamos com algumas dúvidas, no segundo lance é incompreensível como não se marca um penalty destes. Manduca, injustificadamente, dominou nitidamente a bola com o braço. Se Pedro Henriques não assinalou nada (e acredito que possa não ter visto), já o seu auxiliar se não marcou foi porque não lhe apeteceu. O lance foi "nas barbas" do árbitro assistente.
O Belenenses que está numa posição bastante delicada na tabela, pode efectivamente sentir-se espoliado e até revoltado. O problema é que não poderá baixar os braços até porque os três pontos já ninguém retira ao Benfica. E esta, é a verdade dos factos. O Benfica venceu e manteve a distância pontual para Braga e Sporting.

Superliga: Sporting venceu em Guimarães




GUIMARÃES 0 SPORTING 1

O Sporting e o Liedson do costume...



A história deste jogo está quase que totalmente ilustrada na foto acima apresentada. Que fazer quando em campo está um jogador que, do nada, é capaz de aparecer e dar literalmente três preciosos pontos à sua equipa. Creio que é muito linear dizer que a equipa leonina vale essencialmente pelo seu colectivo. É obvio que o todo do Sporting é muito forte, bastante compacto e coeso. Ontem, todos os jogadores, sem excepção, provaram a sua capacidade, mostraram o segredo das 10 vitórias consecutivas. Agora, caros amigos, é inegável que na equipa de Paulo Bento existe um super jogador que se destaca em relação aos demais. E esse atleta é, naturalmente, o brasileiro Liedson que, mais uma vez, foi decisivo para os leões e resolveu uma partida que, apesar de mais disputada no meio campo vimaranense, foi efectivamente pautada pelo equilibrio.
A primeira parte foi jogada a um ritmo bastante baixo em que as duas equipas, receosas uma da outra, privilegiaram quase sempre a consistência defensiva estando mais importadas em não sofrer um golo do que propriamente em marcar. Nada de anormal, portanto.
Assim, com um jogo disputado no meio campo e até algo monótono, chegou-se ao intervalo com um nulo que se aceitava perfeitamente. A única ocasião de golo foi protagonizada por Liedson que, isolado, rematou de pé esquerdo ao lado da baliza de Nilson. O lance foi, contudo, anulado pelo auxiliar de Lucilio Baptista que assinalou um fora de jogo inacreditável. Este assistente, que também inventou um fora de jogo a Deivid muito embora este não conseguiria chegar à bola, foi, sem dúvida, o elo mais fraco desta primeira parte.
No segundo tempo, o jogo foi bem mais animado. Seria de todo incompreensível se ambas as equipas mantivessem a postura da primeira parte já que, como é obvio, o empate não interessava a nenhum dos dois conjuntos.
O Sporting foi ligeiramente superior, passou a ter bola mais perto da baliza de Nilson mas, salvo uma ou outra situação, os lances de perigo eminente tardavam em aparecer.
Paulo Bento lançou Koke, Douala e Nani no sentido de dar mais rapidez ao ataque. A equipa leonina, especialmente com os dribles sempre apetecíveis de Nani, conseguiu jogar mais pelas alas e tirou mais cruzamentos para a área. Contudo, por este ou aquele motivo, a bola nunca chegava à cabeça ou aos pés de Liedson.
Quando estavam decorridos sensivelmente 80 minutos de jogo, (e já depois de Lucílio Baptista ter feito vista grossa a uma grande penalidade sobre Koke) num lance aparentemente controlado pela defensiva vimaranense, um desentendimento entre Geromel e Flávio Meireles revelou-se fatal. Os jogadores perderam a bola em zona proibida, esta sobrou para o inteligente João Moutinho que, num passe de grande qualidade, entregou o esférico para o "levezinho" que, à saída de Nilson, desferiu um violento pontapé não dando quaisquer hipóteses ao brasileiro.
A festa era verde e durou até final já que, revelando toda a sua coesão e espírito de equipa, o Sporting não mais permitiu ao Guimarães criar qualquer oportunidade para empatar o jogo.
No final, uma vitória justa dos leões que continuam a só depender de si para conquistar o tão desejado campeonato nacional.

sexta-feira, março 31, 2006

Artigo de opinião




Benfica na Europa... rivalidade pura ou patriotismo?



Muito se tem falado, inclusivé neste blog, da questão de um adepto do Sporting ou do FC Porto ter quase obrigatoriamente de torcer pelo Benfica na Europa sob pena de ser mal visto na sociedade, de o considerarem um "não português". Obviamente que, neste caso, estamos a falar do Benfica mas, o exemplo, serve exactamente para todos os grandes do futebol português.
Confesso que, e correndo o risco de ser criticado por ter uma opinião, diria, algo polémica, esta conversa do ter de ser patriota, o ter de torcer por um clube rival na Europa só para ficar bem visto ou para mostrar uma boa educação, efectivamente, não cola lá muito bem. Quem me conhece sabe que, por muito que não goste de um clube rival (e não gosto!), sou incapaz de entrar naquelas conversas de café em que um acusa o outro que o clube dele não vale nada e que inclusivé perdeu para a Uefa com o "clube dos mortos da esquina" enquanto que o meu ganhou ao todo poderoso "bruce almighty". Não, não sou esse tipo de pessoas e por isso é que tenho conversas e amizades saudáveis com amigos de clubes rivais.
Agora, pergunto: que mal tem um adepto do Benfica desejar que o Sporting ou Porto percam na Liga dos Campeões? não estou a ser português por isso? então quer dizer, o clube rival, que mais "rouba" títulos ao meu clube, à conta das vitórias na Europa, anda a encher os cofres que dá para contratar melhores jogadores, anda a ganhar mais prestigio no Mundo fazendo com que o meu grande clube passe para um segundo plano... e eu, todo satisfeito, ainda vou ficar contente por isso, não é? pois, respeitando qualquer opinião contrária, creio que, se soubermos respeitar os outros, podemos ter as nossas ideias e teorias mesmo que estas não sejam politicamente correctas.

A diferença na Europa...

Quem acompanha o futebol internacional, sabe que, lá fora, as rivalidades são uma realidade muito concreta. Quem não conhece o ódio entre Milão e Inter de Milão, o Real Madrid com o Barcelona, o Liverpool com o Everton ou o Panathinaikos com o Olympiakos?
Tomando o exemplo de Liverpool, muitos dos adeptos benfiquistas sentiram in loco aquilo que é uma saudável rivalidade. Aquando da chegada dos benfiquistas à cidade dos Beatles, estes foram recebidos pelos fans do Everton que, com respeito e educação, exprimiram a sua vontade de ver os encarnados de Lisboa ganharem aos encarnados de Liverpool. Os adeptos do Everton chegaram mesmo a colocar cachecois do Benfica e a entoar cânticos a favor dos lisboetas contra os rivais de Anfield.
Será que esta situação foi mal aceite na sociedade inglesa? será que os adeptos do Everton foram mal educados só porque exprimiram o desejo de ver o clube que mais odeiam no Mundo perder uma simples partida? pois, meus amigos, creio que só em Portugal há estas polémicas porque nós, portugueses, metemos nas nossas cabeças que, se alguém disse que tinha de ser assim, é porque tem de ser assim.
Para concluir, deixo mais uma ideia no ar que, de certa forma, ilustra a minha opinião. Num jogo entre o Porto e a Académica, todos os adeptos benfiquistas e sportinguistas ficaram fulos por Hugo Almeida ter marcado um golo que deu a vitória ao dragão. Pois bem, quando o mesmo jogador marcar um golo que dê o triunfo a Portugal, aí estaremos todos felizes e satisfeitos. Isto sim é ser português!

quinta-feira, março 30, 2006

TAÇA UEFA: QUARTOS-DE-FINAL








Realizam-se hoje os encontros relativos à primeira mão dos quartos-de-final da Taça Uefa. O destaque desta eliminatória vai inteirinho para o derby de Bucareste, já que o sorteio ditou que se defrontassem as duas equipas mais representativas da capital da Roménia, Steaua e Rapid. O português Carlos Fernandes (contratado ao Boavista na reabertura do mercardo), será o guardião do Steaua, num encontro que promete, dada a grande rivalidade existente entre os dois clubes. Em relação às outras partidas, destaque também para a recepção de Sevilha aos russos do Zenit S.Petersburgo.
O actual detentor do trofeú, CSKA Moscovo, já não está em prova, visto que foi eliminado na fase de grupos da prova.


EIS OS JOGOS:


STEAUA BUCARESTE (ROM) - RAPID BUCARESTE (ROM)

SEVILHA (ESP) - ZENIT S. PETERSBURGO (RUS)

LEVSKI SÓFIA (BUL) - SCHALKE 04 (ALE)

BASILEIA (SUI) - MIDDLESBROUGH (ING)



Os jogos da segunda mão realizam-se no próximo dia 06 de Abril.
As meias-finais vão ser disputadas nos dias 20 de Abril (1ªmão) e 27 de Abril (2ªmão).
A grande final está agendada para o dia 10 de Maio, no Philips Stadium, em Eindhoven (Holanda).

RESULTADOS E MARCADORES DA 28ª JORNADA DA LIGA PORTUGUESA






A 28ª jornada da Liga Portuguesa, não trouxe nada de novo no cimo da tabela. Os três grandes ganharam, o Sp.Braga perdeu (precisamente com o Benfica), e tanto Boavista como Nacional empataram.
Em relação à parte inferior da tabela, destaque para a já carimbada descida do Penafiel. Os durienses perderam em Alvalade, e agora já não têm salvação possível!
Vitórias importantes foram as do Marítimo e do Paços de Ferreira, que respiram agora um pouco melhor. Importante também foi o empate conquistado pelo Rio Ave na Choupana, ao passo que o Gil Vicente também se pode dar por feliz com o ponto adquirido na recepção ao Guimarães, já que foi selada no último minuto dos descontos, quando os gilistas jogavam com menos uma unidade. Por sua vez, o Leiria também averbou um empate caseiro, na recepção ao Boavista, passando a somar 36 pontos que quase lhe dão a permanência. A Naval, por seu turno, deu um passo atrás, depois de ter sido goleada em Setúbal.

RESULTADOS E MARCADORES:


NACIONAL - 1 RIO AVE - 1
(Marchant; Gaúcho)

BENFICA - 1 SP.BRAGA - 0
(Nuno Gomes)

MARÍTIMO - 1 BELENENSES - 0
(Caíco)

GIL VICENTE - 1 VIT.GUIMARÃES - 1
(João Vilela; Cléber [g.p.])

VIT.SETÚBAL - 4 NAVAL - 1
(Pedro Oliveira, Sandro, Varela e Carlitos; Pedro Oliveira [p.b.])

PAÇOS DE FERREIRA - 2 EST.AMADORA - 1
(Júnior Bahia e Didi; Ndaye)

ACADÉMICA - 0 FC PORTO - 1
(Hugo Almeida)

SPORTING - 2 PENAFIEL - 0
(Nani e João Alves)

U.LEIRIA - 0 BOAVISTA - 0

RESULTADOS E MARCADORES DA 28ª JORNADA DA LIGA DE HONRA






A Liga de Honra continua ao rubro! O líder, Beira-Mar, empatou na recepção ao Portimonense, o vice, Des.Aves, foi ao terreno da praticamente condenada Ovarense vencer por três bolas a uma, enquanto que o Leixões também levou de vencida o seu adversário, precisamente outro dos quase despromovidos, no caso, o Maia. Quem desperdiçou dois importantes pontos foi a Olhanense, que depois do nulo caseiro com o Desp.Chaves, se viu ultrapassada na tabela pelos de Matosinhos. O Varzim ainda continua a sonhar com a promoção, estando agora a 6 pontos desse objectivo. Nesta jornada os poveiros receberam e venceram o Moreirense por uma bola a zero, fruto de um golo do seu guarda-redes! Sim, é algo caricato, mas é verdade. O guardião Ricardo, recebeu um atraso de um seu companheiro e pontapeou naturalmente o esférico. Mas a bola acabou por ser batida com tanta força, que apanhou o guardião contrário (Palatsi!) adiantado, entrando mesma na baliza do Moreirense! É um daqueles lances que ficam para os anais do futebol!
Em relação às equipas que estão abaixo da linha de água, só o Marco logrou pontuar, no empate caseiro com o Vizela. Todas as outras, Maia, Ovarense, Barreirense, Moreirense e Estoril perderam.

RESULTADOS E MARCADORES:


VARZIM - 1 MOREIRENSE - 0
(Ricardo)

SP.COVILHÃ - 2 ESTORIL - 0
(Cunha e Mílton)

OVARENSE - 1 DESP.AVES - 3
(Hélder Bruno; Vítor Manuel (g.p.), Filipe Anunciação e Néné)

MAIA - 0 LEIXÕES - 2
(Lourenço e Henrique)

FEIRENSE - 2 GONDOMAR - 2
(Djalmir e Carlos Pinto; Nuno Sousa e Maciel)

OLHANENSE - 0 DESP.CHAVES - 0

BEIRA-MAR - 0 PORTIMONENSE - 0

SANTA CLARA - 3 BARREIRENSE - 0
(Portela, Basílio Almeida e Maurinho)

MARCO - 1 VIZELA - 1
(Quim; Artur Jorge)

Champions: Milão empata ; Inter vence Villarreal








O Inter de Milão venceu o Villarreal por duas bolas a uma, um resultado que deixa tudo em aberto para a segunda mão em Espanha. O Villarreal que, diga-se, até conseguiu um resultado interessante em Milão, esteve mesmo a vencer em solo italiano. Diego Forlán abriu o activo logo no primeiro minuto de jogo. Contudo, o Inter reagiu e deu a cambalhota no marcador. Sem Luis Figo por lesão, o Inter chegou ao 2-1 graças aos golos de Adriano ao minuto 7 e de Martins aos 54´.
Está, efectivamente, tudo por decidir no segundo jogo. Talvez a experiência dos italianos, habituados a estas andanças, seja suficiente para carimbar o passaporte para as meias-finais da competição.



Lyon e Milão empataram a zero naquele que era um dos jogos mais aguardados dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. De um lado, o campeão francês, uma equipa de grande qualidade que, apesar de ter individualidades de grande qualidade, faz do colectivo a sua principal força. Do outro, o todo poderoso Milão que, digam o que disserem, é indubitavelmente um dos grandes candidatos à conquista do título.
Com Tiago a titular os 90 minutos, nem Lyon nem Milão conseguiram marcar. Não foi por falta de oportunidades que este jogo não teve golos. Simplesmente, as defesas (guarda-redes incluido) mostraram-se sempre superiores aos ataques.
Mais uma eliminatória que vai ser decidida somente na segunda mão. Atenção a este Lyon que é uma equipa muito forte fora de casa já que tem jogadores muito rápidos na frente capazes de criar perigo a qualquer momento. Juninho Pernambucano, a estrela da equipa, não pôde jogar este encontro por castigo. Na 2ª mão vai ser reforço da equipa em detrimento do português Tiago que viu amarelo (aos 92 min!) e não poderá dar o seu contributo em Milão. Sem dúvida, uma grande baixa para os franceses.
A minha aposta, ainda assim, vai para o Lyon!

NOTA INFORMATIVA RELACIONADA COM O PASSATEMPO ROLÀBOLA!





Caros leitores, vimos por este meio fazer-vos um pedido:
Na passada semana, devido ao grande "congestionamento" verificado no nosso "guestbook", houve algumas mensagens que acabaram por ser apagadas (não fomos nós, foi o próprio sistema informático que logicamente anula as últimas mensagens para poder receber novas!). Por esse factor, agradecemos que a partir da próxima semana, todos os concorrentes deixem as suas apostas na parte dos "comments", do respectivo "ROLÀBOLA". Provavelmente assim não haverá mais problemas! Obrigado a todos pela compreensão! Boas apostas! Saudações desportivas!

terça-feira, março 28, 2006

BRAVO CAMPEÕES!


BENFICA 0 0 Barcelona

photo

O Benfica empatou esta noite em casa a zero golos com o galáctico Barcelona (estes são os verdadeiros!) e mostrou a Portugal e ao Mundo porque razão o glorioso está entre as oito melhores equipas da Europa.
Efectivamente, quem teve oportunidade de assistir a este encontro quer no estádio, quer na televisão, seguramente não deve ter dado por mal empregue o seu tempo. É que, esta partida, teve de tudo um pouco. Houve emoção, sofrimento, sorte, azar, fifias de defesas e de guarda-redes, falhanços incriveis, jogadas fantásticas, casos... enfim... só faltaram mesmo os golos.

As tácticas:

Ronald Koeman apresentou o onze que o blog previu. Ricardo Rocha jogou no lado direito tendo como missão travar Ronaldinho. Foi, de resto, o único português na defensiva encarnada.
No meio campo, o holandês apostou no trio de combate que havia apostado na eliminatória contra o Liverpool. Iniesta, Van Bommel e Deco, o trio do meio campo blaugrana, eram altamente vigiados por Beto, Manuel Fernandes e Petit.
Lá na frente, Simão era o habitual ala esquerdo, o francês Robert andava pelo lado direito e Geovanni, numa missão de sacrificio, procurava jogar entre os centrais com o intuito de aproveitar a sua velocidade e faro pelo golo.
Relativamente ao Barça, Rijkaard apresentou algumas surpresas. Motta foi a novidade no eixo da defesa (pensava-se que seria Rodri o titular), Iniesta jogou no meio campo e Larsson fez de Giuly neste encontro.

O JOGO:

1ª Parte

A equipa do Barcelona entrou a "matar" neste jogo. Assumindo as rédeas do mesmo e com uma dinâmica fantástica entre todos os seus jogadores do meio campo para a frente, a equipa catalã obrigou o Benfica a jogar durante 20 minutos muito perto da sua baliza. Notava-se claramente que muitos jogadores encarnados estavam bastante nervosos.
Logo aos 5 minutos, Anderson atrasou propositadamente a bola para Moretto na tentativa de cortar uma jogada ofensiva do Barcelona. O guarda-redes, desconcentrado e algo nervoso, agarrou o esférico e o árbitro assinalou um livre indirecto a favor dos visitantes. Ronaldinho cobrou a falta e obrigou Moretto à primeira defesa apertada da noite. Ironia ou não, a noite do guarda-redes brasileiro ao serviço do Benfica foi quase sempre marcada pelos opostos, ora estando em péssimo plano, ora efectuando defesas de se lhe tirar o chapéu.
As ocasiões foram aparecendo para o Barcelona quase sempre que estes atacavam. Iniesta, numa excelente jogada culminada com um remate muito perto do poste direito de Moretto; Deco que desperdiçou na marca de penalty após excelente jogada de Eto'o, Van Bommel com uma correria fantástica desde o seu meio campo rematou para excelente defesa do abençoado Moretto e Eto'o que, solicitado magistralmente por Ronaldinho, rematou para mais uma defesa impossível do brasileiro... todas estas claras ocasiões de golo, a serem transformadas, poderiam ter dado um colorido ao marcador que seguramente definiria quem passaria às meias finais da competição.
A verdade é que o Barcelona não conseguiu marcar. Sem dúvida que houve a estrela da sorte, claramente alguém lá de cima ouviu as preces de Moretto que terá certamente pedido para fecharem a sete chaves as suas redes. Agora, meus amigos, só com muita sorte e com muito trabalho e, por que não dizê-lo, só com concentração e com alguma qualidade de uma equipa é que se consegue aguentar 90 minutos sem sofrer um único golo desta máquina de ataque. Aconteça o que acontecer em Barcelona, uma coisa teremos de dizer: com sorte ou sem sorte, os campeões portugueses conseguiram não sofrer golos da melhor equipa do Mundo e vão para a segunda mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões empatados com a equipa que vulgarizou o Chelsea e o Real Madrid.
Ainda em relação ao primeiro tempo, não se pense que só deu Barcelona. NÃO! o Benfica passou um mau bocado, principalmente nos primeiros 25 minutos em que a posse de bola foi claramente do Barcelona mas, diga-se em abono da verdade, que a estratégia de Koeman passava por isso mesmo, isto é, dar a iniciativa de jogo ao adversário e surpreender o mesmo em contra-ataque. Se é certo que o contra-golpe não funcionou tão bem quanto Koeman desejaria, há que dizer que não foi por falta de vontade nem de oportunidades que o Benfica não chegou ao golo. Apesar da arma utilizada ter sido, quase sempre, a meia distância, também Valdéz sentiu o perigo rondar a sua baliza. Petit, Geovanni, Simão e Manuel Fernandes foram os bombardeiros de serviço.
Ao intervalo, com felicidade à mistura, o Benfica conseguia aguentar o zero a zero.



2ª parte

Para a etapa complementar, Koeman desde logo fez entrar o italiano Miccoli para o lugar do super ausente Laurent Robert. Não querendo tirar o mérito ao Barcelona, creio que muito do que o Barça fez na primeira parte (que não fez tanto na 2ª) deveu-se ao facto do Benfica ter jogado 45 minutos com dez jogadores. É que, Robert, por muito bom pé esquerdo que tenha, não tem orientação táctica, não sabe defender e pouco acrescenta a nível ofensivo. Com a entrada do italiano, Geovanni passou a ocupar o flanco direito e o "rato" ocupou a posição do brasileiro, na frente de ataque.
Os primeiros 10 minutos foram muito bem conseguidos por parte dos encarnados. A linha do meio campo, que esteve muito bem durante os 90 minutos, subiu ligeiramente e possibilitou ao Benfica jogar mais tempo no meio campo contrário. O Barcelona, que tinha conseguido dominar o jogo na primeira parte muito por causa das excelentes exibições de Deco, Bommel e Iniesta, começava a não ter o dominio total desta nevrálgica zona do terreno.
De facto, o Barcelona passou a ter mais dificuldades para desenvolver o seu futebol, no entanto, a equipa catalã, sempre que carregava um pouco mais no acelerador, causava perigo na defensiva encarnada. Com um Benfica melhor, foi Larsson o primeiro a criar problemas a Moretto. Ronaldinho, numa das suas poucas mas fantásticas jogadas, isolou Larsson pelo flanco direito, sendo que o sueco não conseguiu desfeitear Moretto que, com mais uma defesa de grande qualidade, foi feliz e defendeu a bola para o seu poste esquerdo. Mas, se o poste esquerdo estava devidamente protegido contra qualquer risco espanhol, o direito passou a estar também ele abençoado segundos depois. Na sequência do pontapé de canto, Motta cabeçeou em grande estilo fazendo com que a bola embatesse estrondosamente no poste direito de Moretto. Estava escrito que o Barcelona iria sair em branco da Luz.
Se duvidas ainda existiam em relação às preces de Moretto, estas ficaram definitivamente desfeitas poucos minutos depois quando o brasileiro, mais uma vez, defendeu de forma milagrosa um remate colocado de Van Bommel. Foi a última grande oportunidade dos catalães.
Para o último terço do encontro, Koeman lançou Karagounis no lugar do desgastado Geovanni no sentido de trazer mais qualidade ao passe da equipa benfiquista. Simão passou a jogar no flanco direito e o grego jogou como falso médio esquerdo. Com esta substituição, a equipa encarnada subiu o seu rendimento e, com uma pontinha de sorte, até poderia ter alcançado um resultado de sonho. Primeiro, foi Miccoli que, com um remate colocado, obrigou Valdez a defesa apertada. Na recarga, Petit isolou Geovanni que, em excelente posição, rematou contra o corpo de Gio que deu autenticamente o corpo ao manifesto.
Antes ainda da excelente ocasião de Simão a passe de Karagounis, surgiu o caso do jogo. Simão cruzou para a área e Thiago Motta cortou o lance nitidamente com o braço. O árbitro inglês Bennett que, durante todo o encontro, deixou muito a desejar a nível disciplinar, desta vez manchava o seu trabalho com um erro grosseiro que prejudicava claramente os encarnados. Não é meu hábito falar das arbitragens no blog mas, neste caso, foi um lance tão evidente e seria determinante para o desfecho de um jogo e, quem sabe, de uma eliminatória, que era de todo ilógico não destacar tamanho erro.
O inglês mandou jogar e, mesmo assim, Simão ainda podia ter colorido o marcador naquela que foi a última jogada perigosa perto de uma baliza. Karagounis, com um passe de grande classe, isolou o capitão encarnado e este, apesar de não muito bem colocado, poderia mesmo ter feito o golo caso o seu remate de pé esquerdo não tivesse saído tão à figura de Valdéz.
No final, um nulo que premeia e muito a corajem, determinação, espírito de sacrificio e de luta com que os heróis benfiquistas se bateram desde o primeiro ao último minuto. Uma coisa é certa, independentemente do que acontecer em Barcelona, BRAVO CAMPEÕES!!



Ficha de Jogo:

Benfica: Moretto, Ricardo Rocha, Anderson, Luisão, Léo, Petit, Manuel Fernandes, Beto, Robert (Miccoli), Simão, Geovanni (Karagounis);

Barcelona: Valdéz, Beletti, Motta, Oleguer, Gio, Van Bommel, Deco, (Gabri), Iniesta, Larsson (Giuly), Ronaldinho, Eto'o;

Ao intervalo: 0-0

Resultado Final: 0-0

MELHOR EM CAMPO PARA O BLOG: Moretto (Benfica)

Análise Individual aos jogadores do Benfica: (Notas de 0-10)

Moretto (9) - é certo que o brasileiro entrou muito mal no jogo, mostrando-se muito intranquilo, muito nervoso. Teve três momentos em que qualquer adepto fica, seguramente, à beira de um ataque de nervos. Primeiro, agarrou a bola num atraso de Anderson, depois, mandou uma "rosca" em que por pouco Eto'o não apanhava o esférico e, minutos depois, passou a bola infantilmente a Iniesta tendo a felicidade do jovem crack espanhol não ter tido a frieza necessária para fazer o golo. Sim, por tudo isto, Moretto merecia uma nota negativa. Agora, não nos podemos esquecer que este guarda-redes, que tanta insegurança trás, teve, pelo menos, 4 defesas espantosas que permitiram ao Benfica acabar o jogo com nenhum golo sofrido. Senão vejamos: uma defesa impossível a remate de Eto'o, duas de Van Bommel, uma na primeira e outra na segunda parte e uma de Larsson. Se é certo que errou, é bom dizer também que foi ele o principal responsável por nós, benfiquistas, podermos sonhar daqui a oito dias.
Podia ser Ricardo Rocha, Petit, Beto, Léo ou Luisão mas... na minha opinião, Moretto acabou por ser a grande figura do encontro.

Ricardo Rocha (8): mal o vi no Sábado como lateral, acreditei que seria este o melhor jogador para marcar Ronaldinho. Pelos vistos não me enganei. Ricardo Rocha fez uma exibição excepcional. Esteve impecável na marcação a Ronaldinho. O astro brasileiro só apareceu em jogo no miolo do terreno. Sempre que se aproximou da esquerda do seu ataque, Rocha encarregou-se do marcar de forma impiedosa. Mais, Ricardo Rocha, se a memória não me falha, não fez uma única falta em todo o jogo o que diz bem da qualidade com que este se evidenciou.

Luisão (8): Uma exibição à Luisão. Foi um gigante na defensiva encarnada. Limpou tudo o que havia para limpar. Nas alturas foi imperial e, pelo chão, não lhe detectámos qualquer falha. Um dos responsáveis pelo Benfica estar entre as oito melhores equipas da Europa. É o único totalista da equipa encarnada na competição.

Anderson (7): Começou mal o brasileiro mostrando estar um pouco nervoso. Há medida que o tempo foi passando, foi ganhando confiança e acabou o jogo em grande nível. Não é um jogador que dê nas vistas, não é um central que saia a jogar típico de um defesa brasileiro mas, tem o descernimento e a classe de um defesa de nível mundial. Foi um dos grandes responsáveis pelo nulo na baliza encarnada.

Léo (8): Fantástico o "formiguinha". Larsson, tirando um remate perigoso, esteve em jogo? e Giuly? entrou nesta partida? acho que as exibições apagadas destes dois atletas diz bem da estrondosa exibição de Léo neste encontro.

Petit (8): Ele defende como ninguém, ele ataca, ele destroí, ele constroí, enfim, é, inegavelmente, um dos pilares desta equipa do Benfica. Ao contrário do que aconteceu em Liverpool, duvido que o Benfica conseguisse um empate com o Barcelona caso Petit não estivesse em campo.

Beto (7): A melhor exibição ao serviço do Benfica. Ao contrário do que é costume, Beto não inventou neste jogo. Defendeu bem, desarmou muitos lances de ataque do Barcelona e, valha a verdade, até se incorporou a espaços em acções ofensivas. Desta vez, foi um jogador muito útil para a estratégia encarnada.

Manuel Fernandes (7): Está em nitida subida de forma. Com Petit e Beto, formou um trio de fazer inveja a muitas equipas da Europa. Este é o Manuel Fernandes que o Benfica precisa, ou seja, excelente a defender, rápido a pensar o jogo, bastante rematador e, sobretudo, disciplinado dentro de campo.

Laurent Robert (5): Sem dúvida, o pior jogador do Benfica nesta noite. Foi bem substituido ao intervalo já que o seu rendimento foi praticamente nulo durante 45 minutos.

Simão (7): Que bem que esteve o capitão. Na primeira parte teve uma missão de maior sacrificio já que foi mais auxiliar de Léo do que propriamente médio ala. No segundo tempo, subiu de rendimento, apareceu mais em acções ofensivas e até podia ter marcado. Era bonito se tivesse feito um golo à sua antiga equipa. Claramente, uma unidade de destaque no jogo.

Geovanni (6): Na primeira parte foi um jogador muito prejudicado pelo aquilo que deu o jogo. O Barcelona foi uma equipa muito pressionante e jogou, durante muito tempo, no meio campo contrário. Assim sendo, o brasileiro não foi tão solicitado quanto gostaria. Na segunda parte, jogou no flanco direito e, apesar de esforçado, foi perdendo fulgor à medida que o tempo ia passando. Ainda assim, foi uma peça importante e mostrou-se sempre muito empenhado em realizar as tarefas que Koeman lhe pediu.

Miccoli (7): O "rato" é um excelente jogador, disso não há grandes dúvidas. Tem uma habilidade extraordinária e uma mobilidade capaz de pôr qualquer defesa em apuros. Trouxe outra qualidade ao ataque encarnado, foi, sem dúvida, a referência que não houve no primeiro tempo. Podia ter marcado mas não foi feliz na hora da concretização.

Karagounis (5): Não entrou mal o grego. Aliás, Karagounis não sabe jogar mal. Entrou numa fase em que a equipa encarnada já estava bastante desgastada. Ainda assim, a espaços, mostrou a sua classe, tendo como o seu melhor apontamento o passe que isolou Simão.

RolÁbola




Resultados:

Mónaco 1-1 Paris Saint-Germain
Portsmouth p-p Arsenal
Liverpool 3-1 Everton
Parma 1-0 Inter Milão
Juventus 1-1 Roma
Milão 3-1 Fiorentina
Villarreal 1-2 Bétis
Málaga 0-0 Barcelona
Sevilha 1-0 Valência
Real Madrid 4-0 Deportivo Corunha
Académica 0-1 FC Porto
Benfica 1-0 Braga
Gil Vicente 1-1 Guimarães

OlhóGolo:

Sporting 2-0 Penafiel

*Figura da Semana: Hugo Almeida (FC Porto)

* O jogo entre o Portsmouth e o Arsenal foi adiado. Sendo assim, este jogo foi retirado da jornada.

Vencedor da Jornada: Bruno Rocha / Tanque Silva "27 pontos"

* Rocha venceu a jornada e recuperou a terceira posição, lugar que havia perdido nas últimas jornadas para Sandro.

* O lider André Braz ganhou mais três pontos ao seu concorrente directo (Neves) e parece cada vez mais provável a sua vitória neste passatempo. Ainda faltam jogar 6 jornadas mas, os 34 pontos de vantagem parecem ser suficientes.

* Brogueira, João Araujo, Gustavo Guerra e Diogo Guerra entraram nesta jornada no Rolàbola e começaram com 183 pontos. Dado que Rodrigo, Pedro Dinis, Celso foram retirados do passatempo, estes novos jogadores entraram com os mesmos pontos que o 21º classificado.



CLASSIFICAÇÃO:

1º André Braz 430 PONTOS
2º Neves 396
3º Rocha 393
4º Sandro 382
5º João Faustino 379
6º Taberneiro 377
7º Eduardo Marques 369
8º Granada 342
9º Verdasca 338
10º Doc 337
11º Gonçalo Raimundo 336
12º Valter Serras 327
13º Pedro Faria 324
14º Cátia 321
15º Tanque Silva 290
16º Cláudio 262
17º Duarte 253
18º Pedro Violante 219
19º Brogueira 201
20º João Araujo 200
21º Diogo Guerra 200
22º Nuno Bento 199
23º Gustavo Guerra 198
24º Amândio Santo 189
25º Rui Faria 189

Próxima Jornada:



Lille - Auxerre
Paris SG - Bordéus
Bolton - Manchester United
Newcastle - Tottenham
Lecce - Milão
Fiorentina - Roma
Zaragoça - Villarreal
Barcelona - Real Madrid
Bétis - Sevilha
Schalke 04 - Hamburgo
Belenenses - Benfica
Guimarães - Sporting

OlhóGolo:

FC Porto - Gil Vicente

*Figura da Semana:

This is the Champions...



GLORIOSO BENFICA vs Mágico Barcelona 19h45 RTP1

DESFRUTEM!


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Equipas Prováveis para o Blog:

Benfica: Moretto, Ricardo Rocha, Anderson, Luisão, Léo, Petit, Manuel Fernandes, Beto, Simão, Laurent Robert, Geovanni;

Barcelona: Valdéz, Beletti, Oleguer, Rodri, Van Bronckhorst, Motta, Van Bommel, Deco, Giuly, Ronaldinho, Eto'o;

segunda-feira, março 27, 2006

BENFICA-BARCELONA: ANTEVISÃO









É já amanhã que se disputa esse fantástico Benfica-Barcelona, da primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões.
No Estádio da Luz, em Lisboa, ou melhor, no INFERNO DA LUZ, vão desfilar nomes como Simão Sabrosa, Luisão, Manuel Fernandes, ou talvez, Deco, Ronaldinho, Eto'o, enfim... uma autêntica parada de estrelas!





Muito já se disse e escreveu sobre este jogo, mas a verdade é que pouco se pode adiantar ou perspectivar.
Se o Barcelona tem muito melhor equipa, excelentes valores individuais, é quase campeão espanhol, é o principal favorito a vencer a Liga dos Campeões, o que dizer da categoria de Simão Sabrosa, Fabrizio Miccoli ou do gigante Luisão? e o que dizer da excelente prestação europeia deste Benfica? alguém imaginaria que os campeões nacionais passassem o grupo depois de magnífica vitória sobre o Manchester United? poderia a mais optimista previsão calcular que os encarnados eliminassem o Liverpool, com duas vitórias categóricas, nomeadamente a da segunda mão em pleno Anfiel Road, por duas bolas a zero?
Depois deste rol de perguntas quase retóricas, julgo que o melhor mesmo é esperar pelas 19:45h de amanhã!
De registar ainda as ausências em ambos os conjuntos: se do lado do Benfica, o grande ausente, por castigo, é o sempre influente, Nuno Gomes, por parte dos catalães, os impedimentos são muitos. Desde logo, o capitão e comandante da defesa, Carles Puyol, que também cumprirá um jogo de suspensão. Depois, há ainda quatro habituais titulares da equipa de Frank Rijkaard que estão lesionados e não poderão dar o seu contributo à equipa: Edmílson, Rafael Marquéz, Xavi e Lionel Messi.
Logicamente que são ausências de peso, mas o plantel do Barcelona é possuidor de tanta qualidade, que o amigo de Ronald Koeman terá, por certo, substitutos à altura.

LEÃO EM GESTÃO DE ESFORÇO CARIMBA DESCIDA DO PENAFIEL





SPORTING 2-0 PENAFIEL






O Sporting venceu o Penafiel por duas bolas a zero, elevando para nove o número de vitórias consecutivas na Liga, e carimbou a descida dos durienses à Liga de Honra.
Num jogo pouco interessante, onde Ricardo foi praticamente um espectador, os leões aproveitaram para gerir o esforço dispendido nas últimas partidas, principalmente depois do jogo da passada quarta-feira, no Dragão, onde acabaram por ser eliminados da Taça de Portugal.
Paulo Bento optou por fazer descansar Carlos Martins e Ricardo Sá Pinto, lançando para os seus lugares João Alves e Douala, e não podia ter sido mais feliz na escolha do ex-bracarense.
E para quem está em gestão de esforço, nada melhor do que chegar ao golo logo aos 14 minutos, num belo golo de Nani (um remate bem de fora da área, beneficiando ainda de um desvio de Nuno Diogo). Dominando completamente a partida, os leões nunca quiseram impôr um ritmo elevado à partida, preferindo trocar a bola com segurança, e a espaços chegar à área de Nuno Santos. Mas o golo não surgia, e apercebendo-se disso mesmo, João Alves tentou a sua sorte de longe. Não podia ter sido mais feliz: pontapé fortíssimo de longe, de primeira, sem deixar bater a bola no chão, fazendo um golo de bandeira.
Estava feito o 2-0, e se até aqui pouco havia para contar, a partir desta altura, o jogo caíu numa monotonia tal, que os adeptos leoninos presentes em Alvalade, ao longo da segunda parte, assobiaram aqui e ali a sua equipa. Queriam mais, melhor futebol, golos, enfim...reacção normal do adepto que paga bilhete!
Mas era perfeitamente compreensível que os leõezinhos optassem por congelar as acções ofensivas, (principalmente as que requeriam maior esforço!), já que não havia necessidade, é tempo de poupanças, e para a semana há uma deslocação bem complicada ao D.Afonso Henriques, frente a um Vitória de Guimarães a precisar de pontos como de pão para a boca. E se ainda fosse pouco, depois disso há essa recepção ao FC Porto, que já é apelidado por muitos como sendo o jogo do título!
Quanto ao Penafiel, limitou-se a demonstrar o porquê de estar praticamente condenado à muitas jornadas a esta parte, com um futebol pobre, sem grandes artistas, onde nem o esforço de atletas como Bruno Amaro, são premiados.
A luta pelo título continua ao rubro!


FICHA DO JOGO:


ESTÁDIO ALVALADE SÉC.XXI, em Lisboa

SPORTING: Ricardo; Abel, Tonel, Polga e Tello; Luís Loureiro, João Alves, Nani e João Moutinho; Douala e Liedson.

SUPLENTES: Nélson, Miguel Garcia, André Marques, Carlos Martins, Romagnoli, Sá Pinto e Koke.

SUBSTITUIÇÕES: Douala por Koke (68), João Alves por Carlos Martins (75) e Liedson por Sá Pinto (83).

TREINADOR: Paulo Bento

PENAFIEL: Nuno Santos; Pedro Moreira, Nuno Diogo, Welligton e Celso; Nilton, Bruno Amaro, Boronad e Juninho Petrolina; Diallo e Bibishkov.

SUPLENTES: Avelino, Sérgio Lomba, Pedro Araújo, Dias, Guedes, José Rui e Dill.

SUBSTITUIÇÕES: Bibishkov por Dill (39), Boronad por José Rui (39) e Juninho Petrolina por Dias (81).

TREINADOR: Luís Castro

DISCIPLINA: Cartão amarelo a José Rui (64).

MARCADOR: 1-0, por Nani (14); 2-0, por João Alves (36).


MELHOR EM CAMPO PARA O BLOG: João Alves (Sporting)

domingo, março 26, 2006

Vergonha no Paulistão...




Árbitra assistente (!) num decisivo Palmeiras vs Corinthians gera grande confusão!



PALMEIRAS 1-1 CORINTHIANS



Caros amigos, confesso que o que vou apresentar em seguida é do mais hilariante que vi no Mundo do Futebol.
A história passou-se hoje no sempre polémico futebol brasileiro. Esta tarde no clássico Palmeiras vs Corinthians, jogo em que a equipa da casa, o Palmeiras, teria necessariamente de vencer para continuar colado ao Santos na luta pelo campeonato estadual. Já o Corinthians, apesar de ter uma série de cracks no seu plantel, ocupa a 6ª posição estando já sem quaisquer hipóteses de alcançar o título.
Num jogo em que o Palmeiras precisava urgentemente dos três pontos, foi o Corinthians, quase sempre, a melhor equipa sobre o terreno. Logo aos 8 minutos, Nilmar colocou o "Timão" na frente do clássico. Se Tevez é a príncipal estrela, que dizer deste jovem avançado. Para além de ser o melhor marcador do campeonato, é, sem dúvida, um excelente jogador com capacidade para integrar os melhores campeonatos da Europa.
A partir daqui, o Palmeiras procurou responder. Começou a acercar-se mais da baliza contrária mas, consequentemente, começou a abrir mais espaços na sua defensiva. Com Nilmar, Tevez, Carlos Alberto e Ricardinho, naturalmente que o perigo esteve sempre presente.
Aos 25 minutos, na sequência de um livre directo (daqueles que só se marcam no campeonato brasileiro), Edmundo rematou ao poste da baliza de Marcelo e Washington, avançado palmeirense, aproveitou a recarga e igualou o jogo.
Até aqui tudo bem... o pior veio depois!

Estavam decorridos 31 minutos de jogo, a defesa do Corinthians, num pontapé forte, lançou Tevez no ataque, o argentino ganhou sem falta a um defesa contrário, driblou com um tunel fantástico um outro central e, ao entrar na área e com Gamarra à sua frente, desferiu um forte e colocado remate ao ângulo superior esquerdo do guarda-redes Sérgio, para um golo simplesmente MONUMENTAL!
Com os jogadores do Corinthians a festejar um golo que tinha tanto de espectacular como de limpo, surgiu a polémica. Emerson Leão (pois claro!), o treinador palmeirense, correu de forma assustadora na direcção da árbitra assistente Ana Paula de Oliveira reclamando uma pertença falta no meio campo que só este terá descurtinado. Gerou-se um grande "sururu" em redor da assistente, de tal forma que esta, minutos depois, mudou a opinião (já havia corrido para o meio-campo aquando do golo!) e invalidou o golo. Como é natural, a revolta dos Corinthianos foi total já que é de todo irreal uma assistente mudar de opinião depois de ser altamente pressionada. Além disso, a pertença falta, a existir, teria sido perto do circulo de meio-campo, ou seja, bem mais perto do árbitro do que da auxiliar. Se alguém teria legitimidade para anular o que quer que fosse, seria o árbitro e nunca a auxiliar.
Mas, ao contrário do que os leitores possam pensar, a "palhaçada" ainda não terminou!
Ao intervalo, quando a equipa de arbitragem se preparava para abandonar o campo, as câmaras do canal brasileiro repararam que a assistente tinha um auricular no ouvido e que estava a receber informações de alguém. Apesar de não responder, notava-se perfeitamente que estava a ouvir alguém até porque as expressões corporais não enganavam. MAIS, ainda antes de abandonar o "gramado", a assistente foi abordada pela comunicação social brasileira. Perguntas como "porque é que invalidou o golo?" ou "porque é que voltou atrás com a sua decisão?" foram repetidas vezes sem conta. Após alguns instantes de silêncio, a assistente decidiu responder dizendo que "o Tevez fez falta...". Depois, cada vez mais pressionada, a dita senhora ainda se dirigiu aos jornalistas afirmando que iria estar no programa Terceiro Tempo(programa desportivo brasileiro) para explicar melhor a situação. Veremos o que esta assistente tem para dizer...
No segundo tempo (sim, ainda há mais desta senhora...), o jogo foi mais equilibrado mas, ainda assim, o Corithians dispôs das melhores ocasiões para marcar. Recordo-me de duas claras situações na "cara" do guarda-redes do Palmeiras falhadas por Gustavo Nery e Ricardinho.
Ainda antes de avançar com mais um caso do jogo, desta feita, em claro prejuizo do Palmeiras, gostaria ainda de assinalar mais uma cena hilariante protagonizada por um adepto do Corithians. Um jovem, devidamente equipado, decidiu invadir o campo na tentativa de agredir um jogador do Palmeiras, na circunstância o avançado Enilton. Apesar de não o ter conseguido (ficou-se por um empurrão), o curioso é que dois jogadores do Palmeiras, vendo a situação, correram atrás do jovem adepto com o intuito de "tirar explicações". Só mesmo no Brasil...
Já perto do final, o guarda-redes do Corithians Marcelo, depois de ter segurado a bola no chão a um cruzamento, ao levantar-se para tentar lançar o contra-ataque, cometeu o erro de deixar o braço com a bola entrar dentro da sua baliza. A bola entrou na sua totalidade e, como tal, devia ter sido assinalado o respectivo golo. Mais uma vez, a assistente Ana Paula, não esteve à altura e mandou seguir o jogo. Pergunto, será que viu alguma coisa? será que houve compensação da sua parte? será que, neste lance, ninguém lhe disse nada pelo auricular? uma coisa é certa, mais uma vez, esta senhora revelou-se incapaz de cumprir a sua missão.

Depois deste caso, a pergunta que se impõe é obvia. Terá uma rapariga capacidade para arbitrar um jogo de futebol masculino?

Superliga: Porto vence "estudantes" pela margem mínima




"Só o Hugo estudou a lição do golo..."

ACADÉMICA 0-1 FC PORTO
(Hugo Almeida, 71´)



O Porto venceu esta tarde em Coimbra por uma bola a zero num jogo em que os azuis, apesar de dominarem completamente o encontro, sentiram muitas dificuldades para romper a bem organizada defensiva academista. Só Hugo Almeida, que saíu do banco para substituir o apagado Adriano, conseguiu colorir o marcador através de um bom remate de pé esquerdo após excelente combinação com o também substituto Jorginho que havia rendido, no primeiro tempo, Lucho González que saíu lesionado.
Na primeira parte, o jogo foi dominado por completo pelos azuis. Com uma excelente dinâmica e uma extraordinária mobilidade das unidades de ataque, o Porto obrigou a Académica a recuar muito no terreno e a praticamente só ver jogar o adversário. Helton, que voltou à titularidade em detrimento de Baía (ficou dentro da lâmpada mágica), nunca foi posto à prova.
Sentia-se que o golo do dragão podia chegar a qualquer momento. Contudo, ora por infelicidade, ora por desinspiração dos homens mais ofensivos do Porto, com Benny "à cabeça", a verdade é que a Académica chegou mesmo ao intervalo com as suas redes invioláveis.



No segundo tempo, sentiu-se uma Académica diferente para melhor. Os estudantes, embora sem criar grandes incómodos a Helton, começaram a pressionar mais alto e tiveram algumas jogadas de ataque fruto do envolvimento de mais jogadores na ofensiva. Já o Porto, aparecia, nesta fase, com mais dificuldades em criar situações de golo.
Vendo o tempo a passar e o Porto a perder fulgor no ataque, Adriaanse apostou em Hugo Almeida no sentido de ganhar centimetros no ataque. A partir daqui, os azuis passaram a jogar um futebol mais directo à procura da cabeça de Hugo Almeida.
A aposta de Adriaanse deu frutos 9 minutos depois e, contrariamente ao previsto, através de um remate com o pé. Jorginho lançou muito bem o ponta de lança, este enquadrou-se com a baliza e desferiu um remate colocado não dando hipóteses a Dani.
Em vantagem, o técnico holandês lançou de imediato Ricardo Costa em detrimento de Benny Mccarthy. O Porto passava a jogar com quatro defesas.
Nelo Vingada, em desvantagem, ainda lançou Luciano no sentido de dar mais velocidade ao seu ataque. N´Doye também havia entrado para o lugar de Ezequias para dar mais força ao lado esquerdo do ataque.
Até final, o Porto conseguiu defender sempre qualquer voleidade do ataque academista e foi com naturalidade que conquistou os três pontos que, em abono da verdade, vão para a equipa que mais fez para alcançar o triunfo.
Vitória justa do dragão que deu mais um passo firme para o título.

Ficha de Jogo:

Académica: Dani, Pedro Silva, Zé Castro (Paulo Adriano), Hugo Alcântara, Vitor Vinha, Roberto Brum, Nuno Piloto (Luciano), Ezequias (N´Doye), Filipe Teixeira, Joeano e Gélson;

FC Porto: Hélton, Pepe, Pedro Emanuel, Cech, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Lucho (Jorginho), Alan, Quaresma, Benny Mccarthy (Ricardo Costa) e Adriano (Hugo Almeida);

Ao intervalo: 0-0

Resultado Final: 0-1

Marcador: Hugo Almeida

MELHOR EM CAMPO PARA O BLOG: Pepe (Fc Porto)

Benfica vence Braga




"RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO"


BENFICA 1-0 BRAGA
(Nuno Gomes, 3´)




O Benfica venceu o Braga por uma bola a zero num jogo pautado pelo equilibrio e pela incapacidade das duas equipas em criar situações de golo.
O jogo resume-se, quase na totalidade, aos minutos iniciais da partida, altura em que o Benfica marcou o único golo do jogo, golo esse que permitiu aos encarnados somar uma importante vitória para, de mal o menos, consolidar a terceira posição, lugar que, como é sabido, dá acesso a uma pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Laurent Robert, que voltou à titularidade e, em quase toda a primeira parte, ao lado esquerdo, tirou um excelente cruzamento ao qual Nuno Gomes lhe deu o melhor seguimento através de um desvio subtil não dando hipóteses ao internacional português Paulo Santos.
Se o Benfica, diante do Rio Ave, só conheceu a felicidade no último minuto, desta feita, a mesma apareceu logo ao minuto dois.
O Braga, tal como se esperava, não abanou com o golo sofrido e rapidamente procurou equilibrar o jogo na tentativa de chegar à igualdade. Apesar de praticamente não ter incomodado Moretto, excepção feita a um remate de João Tomás, o certo é que o Braga foi sempre uma equipa tranquila, com boa qualidade de posse de bola e, como normalmente o faz, com bons desdobramentos ofensivos. Já o Benfica, a partir do momento em que se encontrou na posição de vencedor, tirou o pé do acelerador e, com linhas bem recuadas, procurou, dando propositadamente a iniciativa ao adversário, controlar o jogo a meio campo, explorando o contra-ataque fundamentalmente através de Simão e Manduca.
Ao intervalo registava-se uma feliz mas aceitável vantagem do Benfica.



Na segunda parte, a toada de jogo foi exactamente igual à que havia sido na primeira, ou seja, o Benfica propositadamente retraido e o Braga, embora organizado e com mais posse de bola, a revelar-se uma equipa curta, quase não incomodando o brasileiro Moretto.
Aos 62 minutos, Jesualdo Ferreira decide finalmente arriscar em busca do empate. O técnico português tirou Sidney, um médio defensivo, e lançou Davide, um extremo. Com esta substituição, o Braga passava a jogar num 4-2-4 com Wender, Davide, João Tomás e Kim na frente de ataque. O coreano também entrara para render o esforçado Delibasic que não foi feliz no seu regresso à Luz.
Koeman, vendo o técnico bracarense arriscar tudo em termos ofensivos, não se fez rugado e respondeu de imediato. Primeiro, colocou Karagounis em jogo no lugar de Manduca no sentido de dar mais consistência e criatividade ao meio campo encarnado. Se a entrada do grego, embora algo tardia, se compreende, o que não tem explicação é a saída de Manduca, um jogador que estava a desenvolver uma boa partida e a insistência em campo de Laurent Robert que, exceptuando o cruzamento para o golo, passou, mais uma vez, completamente ao lado do jogo.
Poucos minutos depois, Beto também entrou para o lugar do cansado Petit no sentido de dar mais força ao meio campo.
Se a estratégia do Braga, a partir das substituições, passava por atacar mais, com mais gente, com o intuito de criar mais embaraços à defensiva encarnada, a verdade é que a mesma caíu completamente "em saco roto" minutos depois uma vez que Luis Filipe carregou Simão vendo o segundo amarelo e a respectiva ordem de expulsão. Tudo isso fez com que Davide recuasse para lateral e, consequentemente, fez com que o Braga praticamente desaparecesse em termos ofensivos.
Nos últimos minutos de jogo, e com um Braga totalmente rendido, o Benfica preferiu gerir o esforço e controlar a posse de bola em vez de procurar matar a partida. Se para os adeptos não foi nada bom tal pensamento já que fez com que estes se intranquilizassem ainda mais, o que é certo é que no final, com os três pontos no saco, possivelmente as pernas ficaram ligeiramente mais frescas para esse grande embate de terça-feira.
No final, vitória, pode dizer-se, justa do Benfica que, no compto geral, foi aquela que mais fez para conquistar os tão preciosos três pontos.

Ficha de Jogo:

Benfica: Moretto, Ricardo Rocha, Luisão, Anderson, Léo, Petit (Beto), Manuel Fernandes, Simão, Robert (Geovanni), Manduca (Karagounis) e Nuno Gomes;

Braga: Paulo Santos, Luis Filipe, Paulo Jorge (Wellington), Nem, Carlos Fernandes, Sidney (Davide), Vandinho, Andrés Madrid, Wender, João Tomás e Delibasic (Kim);

Ao intervalo: 1-0

Resultado Final: 1-0

Marcador: Nuno Gomes, 3´


MELHOR EM CAMPO PARA O BLOG: Manuel Fernandes (Benfica)

sábado, março 25, 2006

NACIONAL - RIO AVE, JOGO DE ABERTURA DA 28ª JORNADA, ADIADO DEVIDO AO MAU TEMPO!






A 28ª jornada da Liga Portuguesa devia ter tido o seu início esta noite, na Choupana, com o jogo entre o Nacional da Madeira e o Rio Ave.
A verdade é que o jogo acabou por não se realizar, devido ao forte nevoeiro que se fez sentir no Estádio Engº Rui Alves, o que fez com que, tanto as duas equipas, como a equipa de arbitragem, chegassem a um consenso, adiando o jogo para amanhã, pelas 18 horas.

sexta-feira, março 24, 2006

Jogadores "grátis" neste Verão!





- Ballack é um dos muitos jogadores que acaba contrato em Junho

Apesar de ainda estarmos com os campeonatos por essa Europa fora em pleno andamento, há efectivamente muitos jogadores que, pelo facto de terminarem os contratos com os seus clubes, já sabem que irão "mudar de ares" já neste Verão. O alemão Ballack, porventura a maior estrela do futebol alemão da actualidade, terá como destino provável o Chelsea de José Mourinho. A confirmar-se, é uma grande perda para o Bayern de Munique que, quer queiramos quer não, dependia e muito do seu número 13.

Para além de Ballack, há mais de 1500 jogadores das ligas europeias que também terminam contrato. São muitos os jogadores de renome, são muitos aqueles que irão participar no Mundial da Alemanha.
Aqui ficam alguns dos nomes que, já em Junho, serão livres de assinar por um qualquer clube:

- Bergkamp (Arsenal)
- Robert Pires (Arsenal)
- Lehmann (Arsenal)
- Alan Shearer (Newcastle)
- Zé Roberto (Bayern Munique)
- Lizarazu (Bayern Munique)
- Jeremies (Bayern Munique)
- Sagnol (Bayern Munique)
- Warnock (Liverpool)
- Zoro (Messina)
- Poulsen (Shalke 04)
- Luke Young (Charlton)
- Mido (Tottenham)
- Ivan Campo (Bolton)
- Hidetoshi Nakata (Bolton)
- Christiansen (Hannover)
- James Milner (Aston Villa)
- Denilson (Bordéus)
- Fabien Barthez (Marselha)

Aqui ficam alguns dos jogadores mais cotados que terminam contrato no final da época. Uma coisa é certa, há aqui alguns jogadores que encaixariam que nem "uma luva" no futebol português.

REPETIR O ÊXITO DO (PAS) SADO!





1 - 1 (3-2, após a marcação de grandes penalidades)







Está encontrado o segundo finalista da Taça de Portugal. O Vitória de Setúbal, vai ser o adversário do FC Porto no dia 14 de Maio, no Jamor.
Num jogo de fraca qualidade, as oportunidades de golo escassearam, tendo Rubinho e Nílson passado uma noite quase descansada. E digo quase, pois se ao longo dos noventa minutos pouco trabalho tiveram, no prolongamento e, principalmente na lotaria das grandes penalidade, já tiveram que se aplicar um pouco mais.
Até foi o Guimarães a adiantar-se no marcador, já no tempo extra, e por intermédio do inevitável Marek Saganowski, num belíssimo cabeceamento que não deu hipóteses de defesa ao brasileiro Rubinho.
Mas a eliminatória ainda não estava decidida, faltavam jogar mais 10 minutos, e os sadinos, acreditaram até ao fim que era possível chegar ao empate, o que veio a acontecer a dois minutos dos 120, por intermédio de Auri, correspondendo a um cruzamento de Pedro Oliveira da direita.
Tudo por decidir nos castigos máximos, tal como na outra meia-final entre FC Porto e Sporting, onde acabaria por ser mais feliz a equipa do Setúbal, acabando por vencer por 3-2, apurando-se assim para a tão desejada final, pelo segundo ano consecutivo.
Recorde-se que os sadinos são os detentores do troféu, e irão agora tentar revalidar esse ceptro, desta feita tendo pela frente a equipa de Co Adriaanse.



FICHA DE JOGO:

ESTÁDIO DO BONFIM, em Setúbal

ÁRBITRO: Paulo Paraty, do Porto

VITÓRIA DE SETÚBAL: Rubinho; Janício, Auri, Veríssimo e Nandinho; Binho, Ricardo Chaves e Sandro; Bruno Ribeiro, Sougou e Varela.

SUPLENTES: Marco Tábuas, Adalto, Flávio, Julien, Pedro Oliveira, Carlitos e Fonseca.

SUBSTITUIÇÕES: Nandinho por Adalto (ao intervalo), Sougou por Carlitos (65) e Bruno Ribeiro por Pedro Oliveira (início do prolongamento).

TREINADOR: Hélio Sousa

VITÓRIA DE GUIMARÃES: Nílson; Vítor Moreno, Geromel, Cléber e Paíto; Otacílio e Flávio Meireles; Wesley, Neca e Benachour; Saganowski.

SUPLENTES: Paiva, Dragoner, Moreno, Paulo Sérgio, Manoel, Dário e Antchouet.

SUBSTITUIÇÕES: Neca por Antchouet (74), Wesley por Paulo Sérgio (79) e Benachour por Moreno (112).

TREINADOR: Vitor Pontes

DISCIPLINA: Cartão amarelo a Adalto (116) e a Ricardo Chaves (117); a Geromel (69) e a Vitor Moreno (77).

MARCADORES: 0-1 por Saganowski, aos 110'; 1-1 por Auri, aos 118'.

DESEMPATE POR PENALTIES: Auri, 1-0; Cléber (à trave); Adalto (por cima); Moreno, 1-1; Pedro Oliveira, 2-1; Geromel (defesa de Rubinho); Binho (por cima); Paíto, 2-2; Carlitos, 3-2; Paulo Sérgio (defesa de Rubinho).